Antidepressivos, corticoides e outros remédios impedem a tirzepatida de funcionar?
Muitas pessoas que iniciam um tratamento para obesidade com tirzepatida têm uma preocupação bastante comum:
“Eu tomo um medicamento que pode aumentar o peso. Isso significa que a tirzepatida não vai funcionar para mim?”
A dúvida faz sentido.
Alguns medicamentos utilizados para tratar depressão, ansiedade, dor crônica, epilepsia, hipertensão, doenças inflamatórias e outras condições podem favorecer aumento do apetite, retenção de líquidos ou ganho de peso ao longo do tratamento.
Entre eles estão alguns antidepressivos, corticoides, medicamentos para dor neuropática, betabloqueadores e determinadas terapias hormonais.
Mas um estudo publicado em 2026 no JAMA Network Open trouxe uma informação importante: pessoas que precisaram utilizar medicamentos potencialmente associados ao ganho de peso durante grandes ensaios clínicos com tirzepatida continuaram apresentando uma redução de peso expressiva.
Isso não significa que a tirzepatida “anule” qualquer medicamento que engorde.
Significa algo mais interessante e clinicamente relevante:
o uso de uma medicação associada ao ganho de peso não necessariamente impede uma boa resposta ao tratamento da obesidade com tirzepatida.
Vamos entender melhor.
Por que alguns medicamentos podem favorecer o ganho de peso?
O peso corporal não depende apenas da quantidade de calorias ingeridas em determinado dia.
O organismo possui sistemas complexos que regulam:
- fome;
- saciedade;
- gasto energético;
- armazenamento de gordura;
- retenção de líquidos;
- sono;
- atividade física espontânea;
- resistência à insulina;
- funcionamento hormonal.
Alguns medicamentos podem interferir em uma ou mais dessas vias.
Isso não significa que sejam medicamentos ruins.
Na maioria das vezes, eles estão sendo utilizados para tratar uma doença importante e o benefício clínico pode ser muito maior do que o impacto sobre o peso.
O problema surge quando o paciente percebe aumento de peso e conclui que precisa interromper sozinho a medicação.
Essa decisão pode ser perigosa.
Antidepressivos, anticonvulsivantes, medicamentos cardíacos ou corticoides não devem ser suspensos sem avaliação médica apenas com o objetivo de emagrecer.
O caminho correto é analisar o tratamento como um todo.
Quais medicamentos foram avaliados no estudo?
Os pesquisadores analisaram dados dos estudos SURMOUNT-1, SURMOUNT-3 e SURMOUNT-4, três grandes ensaios clínicos do programa de desenvolvimento da tirzepatida para tratamento do excesso de peso e da obesidade.
A análise concentrou-se nos participantes que começaram a utilizar, durante os estudos, medicamentos reconhecidos por terem potencial de favorecer ganho de peso.
Entre os medicamentos mais frequentemente encontrados estavam:
Betabloqueadores
Entre eles:
- metoprolol;
- atenolol;
- bisoprolol.
Esses medicamentos podem ser utilizados em diferentes situações cardiovasculares, incluindo hipertensão, arritmias e determinadas doenças cardíacas.
O metoprolol, por exemplo, apareceu em aproximadamente 15% dos participantes desse subgrupo no SURMOUNT-1 e em cerca de 25% no SURMOUNT-4.
Medicamentos para dor neuropática e anticonvulsivantes
Foram encontrados:
- gabapentina;
- pregabalina.
Esses medicamentos podem ser prescritos para dores neuropáticas, fibromialgia, epilepsia e outras condições neurológicas.
A gabapentina apareceu em aproximadamente 10% a 16% dos participantes dos subgrupos analisados, dependendo do ensaio.
Antidepressivos
Entre os antidepressivos identificados estava o citalopram, pertencente ao grupo dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina.
É importante lembrar que antidepressivos não têm todos o mesmo efeito sobre o peso.
Alguns podem favorecer ganho, outros podem ser praticamente neutros e determinados medicamentos podem inclusive estar associados a redução de peso em alguns pacientes.
Portanto, não faz sentido colocar todos os antidepressivos na mesma categoria.
Terapias hormonais
Também apareceram medicamentos como:
- progesterona;
- levonorgestrel;
- drospirenona.
Novamente, o efeito sobre o peso não é igual para todas as pessoas e não deve ser simplificado.
Anti-histamínicos
A difenidramina apareceu entre os medicamentos utilizados.
Corticoides
Entre os corticoides sistêmicos, o medicamento mais frequente foi a prednisona.
Ela foi utilizada por:
- 13,3% do subgrupo do SURMOUNT-1;
- 24% no SURMOUNT-3;
- 18,7% no SURMOUNT-4.
Corticoides merecem atenção especial porque podem aumentar apetite, retenção de líquidos, glicemia e resistência à insulina, principalmente quando utilizados por períodos prolongados.
Quantas pessoas utilizavam medicamentos associados ao ganho de peso?
Esse é um dos aspectos mais interessantes da análise.
Medicamentos potencialmente relacionados ao ganho de peso não eram uma situação rara.
No SURMOUNT-1, 442 dos 2.539 participantes, ou 17,4%, utilizaram pelo menos um desses medicamentos.
No SURMOUNT-3, foram 100 de 579 participantes, ou 17,3%.
No SURMOUNT-4, foram 134 de 670 participantes, correspondendo a 20%.
Ou seja:
aproximadamente uma em cada cinco pessoas nos estudos utilizou algum medicamento potencialmente associado ao aumento do peso.
Isso torna o resultado particularmente interessante para a prática clínica.
Na vida real, pacientes com obesidade frequentemente apresentam outras doenças e utilizam vários medicamentos simultaneamente.
É muito diferente de imaginar um paciente saudável utilizando apenas tirzepatida.
E a tirzepatida continuou funcionando?
Sim.
Esse foi justamente o principal achado da análise.
Mesmo entre os participantes que precisaram usar medicamentos associados ao ganho de peso, a tirzepatida continuou produzindo redução importante do peso corporal.
No SURMOUNT-1, entre os participantes que utilizavam esses medicamentos, a diferença estimada de redução de peso em relação ao placebo após 72 semanas foi de:
- 13,3 pontos percentuais com tirzepatida 5 mg;
- 20,5 pontos percentuais com 10 mg;
- 21,3 pontos percentuais com 15 mg.
Todas as diferenças foram estatisticamente significativas.
E esses números foram bastante semelhantes aos resultados observados na população geral do estudo.
Isso é importante.
Se os medicamentos associados ao ganho de peso anulassem completamente a ação da tirzepatida, esperaríamos uma resposta muito inferior nesse grupo.
Não foi o que aconteceu.
O que aconteceu no SURMOUNT-3?
O SURMOUNT-3 apresentou um resultado ainda mais expressivo.
Entre os participantes que utilizavam medicamentos associados ao aumento de peso, a diferença estimada entre tirzepatida na dose máxima tolerada e placebo chegou a 26,1 pontos percentuais na semana 72.
É importante interpretar corretamente esse número.
Não significa simplesmente que “todo mundo perdeu 26,1% do peso”.
Trata-se da diferença estatística estimada entre o grupo tratado e o placebo naquele subgrupo específico.
O grupo placebo chegou, inclusive, a apresentar aumento médio do peso durante o período analisado.
Portanto, a comparação favoreceu ainda mais a tirzepatida.
E no SURMOUNT-4?
No SURMOUNT-4, a diferença estimada entre tirzepatida e placebo no subgrupo que utilizava medicamentos associados ao ganho de peso foi de 18,6 pontos percentuais na semana 88.
Mais uma vez, a mensagem foi consistente:
mesmo diante de outras medicações capazes de dificultar o controle do peso, a tirzepatida continuou apresentando efeito clinicamente importante.
Isso significa que a tirzepatida neutraliza qualquer medicamento que engorde?
Não.
Essa seria uma interpretação exagerada.
O estudo não foi desenvolvido para responder se a tirzepatida consegue “anular” individualmente o efeito da pregabalina, da prednisona, do citalopram ou de qualquer outro medicamento.
Os pesquisadores analisaram os participantes em conjunto.
Portanto, não podemos afirmar, por exemplo:
“Se você usar pregabalina, a tirzepatida fará você perder exatamente X quilos.”
Também não podemos afirmar:
“Você pode utilizar corticoide sem se preocupar porque a tirzepatida vai impedir o ganho de peso.”
A ciência não demonstrou isso.
O que ela mostrou é mais simples:
a necessidade de utilizar medicamentos que podem favorecer o ganho de peso não impediu que o grupo tratado com tirzepatida apresentasse uma redução importante do peso corporal.
Por que um remédio pode aumentar o peso?
Existem diferentes mecanismos.
Aumento do apetite
Alguns medicamentos podem interferir em neurotransmissores relacionados à fome e à saciedade.
A pessoa pode perceber:
- maior fome;
- vontade frequente de beliscar;
- maior desejo por alimentos ricos em carboidratos;
- dificuldade para perceber saciedade.
Redução da atividade física
Determinados medicamentos podem provocar:
- sonolência;
- fadiga;
- redução de disposição;
- diminuição da atividade física espontânea.
Mesmo pequenas reduções do movimento diário, repetidas durante meses, podem influenciar o balanço energético.
Retenção de líquidos
Algumas drogas podem aumentar retenção de sódio e água.
Nesse caso, parte do aumento da balança não corresponde necessariamente a ganho de gordura.
Alterações metabólicas
Corticoides, por exemplo, podem aumentar glicemia e resistência à insulina.
Outros medicamentos podem modificar sinais hormonais relacionados ao armazenamento de energia.
Como a tirzepatida atua nesse cenário?
A tirzepatida age principalmente nos receptores de dois hormônios:
GIP e GLP-1.
Esses sistemas participam da regulação da glicemia, do apetite e da ingestão alimentar.
Entre os efeitos conhecidos da tirzepatida estão:
- aumento da saciedade;
- menor ingestão alimentar;
- redução da fome;
- melhora do controle glicêmico;
- melhora da sensibilidade metabólica;
- redução importante do peso em pessoas selecionadas.
Portanto, podemos imaginar duas forças atuando simultaneamente.
De um lado, determinada medicação pode favorecer fome, retenção ou aumento do peso.
Do outro, a tirzepatida pode atuar reduzindo ingestão alimentar e melhorando mecanismos metabólicos.
O resultado final varia de pessoa para pessoa.
Essa é justamente uma das razões pelas quais o tratamento da obesidade precisa ser individualizado.
Antidepressivo impede a tirzepatida de funcionar?
Não podemos responder isso com um simples “sim” ou “não” para todos os antidepressivos.
Existem dezenas de medicamentos antidepressivos, com mecanismos diferentes.
Alguns apresentam maior associação com ganho de peso.
Outros são considerados mais neutros.
E determinados pacientes podem responder de maneira completamente diferente ao mesmo medicamento.
O estudo do JAMA mostrou que pessoas que utilizaram determinados medicamentos desse grupo ainda conseguiram apresentar emagrecimento importante durante o tratamento com tirzepatida.
Mas isso não significa que todos os antidepressivos sejam equivalentes.
Muito menos significa que alguém deveria suspender o tratamento psiquiátrico para emagrecer.
Saúde mental também faz parte do tratamento da obesidade.
E a pregabalina?
Pregabalina é frequentemente utilizada para:
- dor neuropática;
- fibromialgia;
- algumas formas de epilepsia;
- determinadas condições neurológicas.
Em algumas pessoas ela pode estar associada a ganho de peso.
A pregabalina apareceu entre os medicamentos utilizados pelos participantes dessa análise.
Novamente, o estudo sugere que estar utilizando uma medicação desse tipo não torna automaticamente a tirzepatida ineficaz.
Mas a resposta individual precisa ser acompanhada.
E os corticoides?
Os corticoides provavelmente representam um dos exemplos mais claros de medicamentos capazes de interferir no metabolismo.
Dependendo da dose e do tempo de utilização, podem provocar:
- aumento do apetite;
- retenção de líquidos;
- aumento da glicose;
- resistência à insulina;
- redistribuição de gordura;
- perda de massa muscular.
Mesmo assim, participantes que usaram corticoides durante os estudos continuaram incluídos nos grupos que apresentaram resposta relevante à tirzepatida.
Isso não significa que a combinação seja desejável.
Corticoides devem ser utilizados quando existe indicação médica.
O objetivo nunca deve ser manter um medicamento desnecessário imaginando que outra droga compensará seus efeitos metabólicos.
O peso é resultado de várias forças ao mesmo tempo
Uma das maiores lições desse estudo é que obesidade raramente depende de apenas um fator.
Imagine duas pessoas utilizando exatamente a mesma dose de tirzepatida.
Uma delas:
- dorme oito horas por noite;
- pratica musculação;
- consome proteína adequadamente;
- não utiliza medicamentos associados ao ganho de peso.
A outra:
- utiliza corticoide;
- toma pregabalina;
- dorme mal;
- tem depressão;
- apresenta baixa atividade física.
Seria improvável esperar uma resposta idêntica.
Por isso, olhar apenas para “qual caneta” ou “qual dose” é uma simplificação.
O tratamento precisa considerar todo o organismo.
O estudo também mostra como os pacientes reais são complexos
Nos ensaios clínicos, é comum imaginar participantes cuidadosamente selecionados e sem outras doenças.
Mas a análise mostrou que quase 20% utilizavam alguma medicação potencialmente associada ao aumento de peso.
Na prática clínica, esse número provavelmente pode ser ainda maior.
Obesidade frequentemente convive com:
- hipertensão;
- depressão;
- ansiedade;
- dor crônica;
- doenças musculoesqueléticas;
- distúrbios do sono;
- doenças inflamatórias;
- alterações hormonais.
Cada condição pode exigir medicamentos próprios.
O tratamento moderno da obesidade precisa coexistir com esses tratamentos.
Não suspenda medicamentos por conta própria para emagrecer
Esse provavelmente é o alerta mais importante deste artigo.
Descobrir que determinado medicamento pode favorecer ganho de peso não significa que você deve interrompê-lo.
Suspender abruptamente determinados antidepressivos pode provocar sintomas importantes.
Interromper corticoides de forma inadequada pode ser perigoso.
Suspender medicamentos cardíacos ou anticonvulsivantes sem orientação pode ter consequências graves.
Quando existe preocupação com o peso, o correto é discutir com o médico:
- o medicamento continua necessário?
- existe alternativa metabolicamente mais neutra?
- a dose está adequada?
- existe outro fator contribuindo para o ganho de peso?
- o benefício do medicamento é maior do que seu possível impacto no peso?
Às vezes existe alternativa.
Às vezes não existe.
E, em muitos casos, o melhor caminho é tratar adequadamente as duas condições.
Uma pessoa pode tomar vários medicamentos e ainda emagrecer?
Sim.
Isso é algo importante para muitos pacientes compreenderem.
O tratamento da obesidade não precisa acontecer em um organismo “perfeito”.
O paciente pode ter hipertensão, ansiedade, depressão, dor crônica e outras doenças.
Isso não significa que o tratamento está condenado ao fracasso.
Os resultados do estudo mostram justamente que pessoas utilizando medicamentos potencialmente associados ao ganho de peso ainda apresentaram redução importante do peso com tirzepatida.
A resposta, entretanto, precisa ser avaliada individualmente.
O que esse estudo não respondeu?
Algumas perguntas continuam abertas.
Não sabemos exatamente:
- qual antidepressivo interfere mais ou menos na resposta à tirzepatida;
- se pregabalina reduz determinada porcentagem do emagrecimento;
- se corticoides de uso prolongado modificam de forma importante os resultados;
- quais combinações são mais difíceis de tratar;
- se doses maiores de tirzepatida são necessárias nesses casos;
- se a resposta muda quando a pessoa já utilizava esses medicamentos antes de iniciar a tirzepatida.
Isso acontece porque essa foi uma análise post hoc.
Ou seja, os pesquisadores utilizaram dados de estudos já realizados para responder a uma nova pergunta.
Os participantes não foram sorteados para tomar pregabalina, antidepressivo ou corticoide.
Por isso, devemos evitar conclusões além do que os dados permitem.
Outro ponto importante: quem financiou o estudo?
A análise contou com participação de pesquisadores vinculados à Eli Lilly, empresa responsável pelo desenvolvimento da tirzepatida.
Esse vínculo não significa que os resultados sejam falsos.
O artigo foi publicado no JAMA Network Open, periódico científico com revisão por pares.
Mas conflito de interesse deve sempre ser conhecido e considerado na interpretação de qualquer pesquisa.
Idealmente, resultados desse tipo devem ser confirmados por estudos independentes e por dados de vida real.
Qual é a principal mensagem para o paciente?
Se você utiliza um medicamento associado ao ganho de peso, isso não significa automaticamente que a tirzepatida não funcionará.
O estudo mostrou que pessoas utilizando esses medicamentos ainda conseguiram apresentar redução importante do peso.
Mas isso também não significa que todos responderão da mesma maneira.
O tratamento precisa considerar:
- quais medicamentos você utiliza;
- por que eles foram prescritos;
- sua alimentação;
- sua atividade física;
- sua qualidade do sono;
- sua massa muscular;
- seus exames;
- suas doenças associadas;
- sua resposta clínica ao longo das semanas.
A obesidade é uma doença multifatorial.
O tratamento também precisa ser.
Conclusão
Uma análise publicada no JAMA Network Open avaliou participantes dos estudos SURMOUNT-1, SURMOUNT-3 e SURMOUNT-4 que utilizaram medicamentos potencialmente associados ao ganho de peso.
Aproximadamente 17% a 20% dos participantes se enquadravam nessa situação. Mesmo assim, aqueles tratados com tirzepatida continuaram apresentando redução de peso clinicamente significativa e semelhante àquela observada nas populações gerais dos estudos.
Entre os medicamentos utilizados estavam betabloqueadores, gabapentina, pregabalina, citalopram, terapias hormonais, anti-histamínicos e corticoides como a prednisona.
A mensagem não é que a tirzepatida neutraliza qualquer medicamento que favoreça ganho de peso.
A mensagem é que precisar utilizar outro tratamento não significa necessariamente perder a possibilidade de responder bem ao tratamento da obesidade.
Cada medicamento tem sua indicação.
Cada paciente possui um contexto metabólico diferente.
E a decisão de manter, substituir ou ajustar qualquer medicamento deve ser feita individualmente.
Quer saber se a tirzepatida é indicada para você?
O tratamento da obesidade não deveria começar apenas escolhendo uma dose ou uma medicação.
É importante avaliar seu histórico, medicamentos em uso, doenças associadas, exames, composição corporal, objetivos e possíveis contraindicações.
Se você deseja fazer uma avaliação individualizada e entender qual estratégia pode ser mais adequada para o seu caso, agende sua consulta médica.
Na consulta, seu caso será avaliado individualmente para definir a melhor estratégia de tratamento e acompanhamento.
Referência científica
Galindo RJ, Gudzune KA, Look M, et al. Weight Changes With Tirzepatide and Concomitant Weight-Inducing Medications: Post Hoc Analysis of Randomized Clinical Trials. JAMA Network Open. 2026;9(3). Publicado em 26 de março de 2026. DOI: 10.1001/jamanetworkopen.2026.3274.